Coisas de Manos Gémeos

- 4.9.12

Uma bolada no nariz da Nonô. Sangue. Muito sangue. Os pais desvalorizaram e tentaram estancá-lo. Mas o Dudu, em defesa da sua irmã gémea, tinha assuntos a tratar. Primeiro foi ralhar com o mano Afonso, autor do pontapé certeiro.

- Ai, ai, Afonso! Não faz isso. Vai já para o castigo!

Depois foi ajudar a maninha do seu coração (a quem de vez em quando dá umas valentes sapatadas, puxões de cabelos e dentadas. Mas o momento agora não era para isso...).

- Mamã... a Nonô tem que ir ao hospital.
- Ao hospital, Dudu?! Não é preciso.
- É preciso, é.
- Mas olha que se a Nonô vai ao hospital o Dudu não pode ir.
- Pode sim. O Dudu também vai.

Quando percebeu que não ia haver hospital para ninguém, foi buscar folhas de papel e, cuidadosamente, ficou a limpar o sangue do nariz da irmã (já ele tinha estancado, mas pronto).

- Dói, Nonô?

Já não doía. Mas a Nonô gostou e a mamã ficou descansada. Por mais maluco que seja o meu pequeno Dudu, quando a mana tiver um problema, ele será também o mais protector...

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4 comentários

  1. Está a revelar-se, o pequenote... :). Beijinhos ao quadrado aí para casa.

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  2. Acontece o mesmo com os meus gémeos... Sempre ouvi dizer, "irmãos que não se batem não se gostam" :D

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  3. Acontece o mesmo com os meus gémeos... Sempre ouvi dizer, "irmãos que não se batem não se gostam" :D

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