A Bárbara é uma psicóloga extraordinária que lida com muitos adolescentes (e já nos deu uma preciosa ajuda!), e acaba de lançar um livro muito giro com todo o tipo de perguntas dos mais novos que tanto angustiam os pais.

Dia 13, lá estaremos!
Parabéns, Bárbara.

Anda a precisar de ganhar uns troco, por isso resolveu montar um espetáculo. Por 2€, pediu que nos sentássemos nas escadas e apareceu-nos nestes preparos...


A atrás dele vinha a Leonor, que resolveu enfrentá-lo com uma espada romana de plástico e, passando sobre a sua cabeça, tirou-lhe o escalpe. E o Titão caiu no chão com a careca à vista - com a preciosa ajuda de uma cabeleira de Santo António - e começou a sufocar. Quase nos atirávamos a ele para o salvar, mas felizmente era só talento para o teatro.

(Titão) Se forem à minha escola e perguntarem quem é que tem mais jeito para se fingir sufocado, todos dizem que sou eu!

Haja talento... (seja para o que for!)
Mereceu os 2€.

Esbarrei com este pack na bomba de gasolina de Alcácer do Sal, mas parece que há muitas outras por aí, para quem quiser aproveitar...

(Mãe) Leonor... mas que penteado é esse?

(Leonor) É estilo Égua. Não parece mesmo a crina de um cavalo, cheia de totós?

(Mãe) E tu vais ter coragem de sair assim para a rua?

(Leonor) Se eu não estou preocupada, tu estás preocupada porquê?


E assim foi, estilo égua, a dar-a-dar.
Mai'nada!
(Sebastião) Mãe, se o Saramago pôde criar um estilo, eu também vou criar o meu... Vou dizer à prof. de Português que, sempre que ela vir erros ortográficos, não são erros, na verdade. É o meu estilo que é mesmo assim. Quando me apetece, escrevo erros, para as pessoas andarem atentas!

(Mãe) Sebastião... tens um trabalho para acabar. Anda lá, não percas tempo.

(Sebastião) Perder tempo?! Desde quando fazer a fotossíntese é perder tempo?!
(Dudu) Mãe, qual é o teu escritor favorito?

(Mãe) José Saramago, filho. Devorei todos os livros dele.

(Dudu) Mas tu és uma escritora melhor do que ele, não és?

(Mãe) Ó filho... ele ganhou um Prémio Nobel!

(Dudu) Tu também podes ganhar. Eu acho que as pessoas ainda não te descobriram...


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(Nonô) Mãe, porque é que tu apresentas um programa num canal que ainda pouca gente vê? Tu devias estar todos os dias num canal com milhões de espetadores!

(Mãe) Achas, filha? A mãe nunca quis ser apresentadora.

(Nonô) Mas tens muito jeito. Precisas de um bom programa!



É possível que cheguem à adolescência e se desencantem com os dotes da sua mamã. Mas por enquanto, sabe tão bem ouvi-los a puxar pela minha autoestima!
E quando levamos a nossa filha a uma festa do pijama e nos deparamos com...



... isto?



Obrigada, querida M.!
Obrigada, Pillow Party!



Há uns que têm o coração na boca.
A Nonô tem-no no pé...


Miúdas...
E quando procuramos a nossa filha pela casa e a encontramos a fazer uma espargata no ar?


(Mãe) Leonor?!

(Leonor) Sim, mãe?



Respondeu-me com um alongamento.

Coração de mãe tem de ser messssssmo flexível...

O nosso gatinho mais novo tem vindo a revelar-se um verdadeiro pestinha! Rói tudo, espalha tudo, morde, rouba-nos os ralos da cozinha para ir brincar em parte incerta, e faz a vida negra à nossa gata mais velhota, que acho que não me perdoa o facto de ter trazido este diabrete cá para casa.

Eu sou a que mais gosto dele. Gosto de pestinhas, pronto. E o pequeno gato, assim como rói o sofá e persegue a gata, é capaz de, logo a seguir, me saltar para o colo e aninhar-se em mim como o gato mais carinhoso à face da terra.


(Mãe) Este gato lembra-me o Dudu.


Já o disse a várias pessoas. É um pestinha delicioso, com um feitio tramado, mas um coração gigante. A mim, pelo menos, conquista-me todos os dias.

E, como seria de esperar, aquele que, para além de mim, mais gosta do gatito, cá em casa, é o Dudu.


(Dudu) Sabes, mãe... eu acho que o Pantera se porta mal porque já teve uma vida difícil.

(Mãe) Tu não tiveste uma vida difícil e às vezes também te portas um bocadinho mal.

(Dudu) Pode ser difícil de muitas maneiras. Mas não te preocupes que eu vou ensinar o gatinho...


Desapareceu, e fui dar com ele algum tempo depois deitado no chão, a conversar com o Pantera.


(Dudu) Quando te irritas, não podes morder! Tem calma... Respira. Ninguém aqui em casa te quer fazer mal.


Ou muito me engano, ou não vai ser só o gato a aprender coisas importantes com o o Dudu. O Dudu também vai ter muito a aprender com ele ;)
Fui desafiada, em tempos, a escrever sobre Educação no Portal SJ. Não tendo eu mais do que a minha experiência, nesta matéria, partilhei as minhas reflexões e os meus desabafos, que espero que vos façam pensar também. Da necessidade, nasce a mudança. Da reflexão, há-de nascer a luz.


FILHOS BEM SUCEDIDOS OU FILHOS FELIZES

SINDICATO DOS PAIS PRECISA-SE

EDUCAR PARA UM NOVO PARADIGMA

MATERNIDADE E CARREIRA - "PROFISSÕES" INCOMPATÍVEIS?

QUE A LITERATURA NOS VALHA, QUE A EDUCAÇÃO NOS SALVE

PARA QUE SERVE A ESCOLA?

A PERTINÊNCIA DA IMPERTINÊNCIA DOS JOVENS




Podia...
Porque agora - e esta é uma das vantagens de ter filhos a tender para o "crescido" - os meus filhos já nem se atrevem a acordar a mamã!