É oficial!
O filme adaptado da minha coleção "Escola das Artes" chega aos cinemas na próxima semana, e não faltam borboletas na minha barriga e na de todos aqueles que fizeram das tripas coração para ter este filme pronto para esta época natalícia. Estão todos convidados a irem conhecer esta aventura nos cinemas São Jorge e Malaposta (para já) entre dezembro e janeiro (datas na imagem de baixo).


(Nonô) Tchiiiii... então o feriado do 1º de dezembro calha a um sábado? Que desperdício!

(Mãe) Pois é.

Nonô dá-me uma palmadinha nas costas.

(Nonô) Não precisas de fingir, mãe. Eu sei o que estás a pensar: "ufa, ainda bem que calha a um sábado. É menos um dia com os meus filhos todos em casa!"


Para bem e para o mal... eles conhecem-nos tão bem!
Conversa ao jantar:

(Dudu) Eu acho que o pior de tudo deve ser surdo-mudo.

(Nonô) Não sei... ser cego deve ser ainda pior!

(Mãe) Sabem que a mãe, quando tinha a vossa idade, tinha na turma um menino surdo-mudo, que era muito simpático e divertido. E, mais tarde, na faculdade, tive uma colega que era cega, e que um dia arranjou um emprego a vender enciclopédias. Foi impressionante, porque ela mostrou-me um cartaz que descrevia o conteúdo da enciclopédia, e ela sabia exatamente o que estava em cada cantinho do cartaz. É sempre possível superar as nossas dificuldades e aprender a viver com as nossas limitações.

(Silêncio)

(Mãe) Não acreditam? Aconteceu mesmo...

(Nonô) O que é uma enciclopédia, mãe?
E quando o nosso filho mais velho nos diz que se esteve a entreter com uma configuração atómica matematicamente impossível, e nós não fazemos a menor ideia do que ele quer dizer com aquilo?


#jáfostemamã

(Nonô) Mãe, já estou pronta para o 5º ano...

Faltam "só" 10 meses, mas tudo bem... Mulher prevenida, vale por duas!
Mãe a furar a chuva, a caminho de um jogo do Dudu. Com jogos praticamente todas as semanas (e já teve alturas em que tinha dois por fim de semana), já se nota pouco o nervosismo e a pressão.

(Mãe) Mas ainda sentes borboletas na barriga, filho?

(Dudu) Um bocadinho. Mas quando fico nervoso eu tenho um truque. Respiro fundo, e respiro fundo outra vez... e penso em coisas positivas.


Às vezes damos por nós a questionar se as nossas maratonas para levar os nossos filhos aos treinos e às provas valem mesmo a pena e compensam todo o nosso desgaste... Mas depois ouvimos o que eles nos contam, as suas aprendizagens, as competências que ganharam, e lá continuamos. Balanços, só daqui a uns anos. Mas, por agora, como não ficar de coração cheio com tudo aquilo a que assistimos?


Ah, e o pequeno Dudu dedicou um dos seus golos à sua mamã ;)

Depois de uma noite inteira a sonhar com caracóis (ver post anterior), foi o melhor que se conseguiu...


Pode haver iPads e Youtubes... mas há cabelos que nunca mudam e experiências falhadas que são intemporais! Tal mãe (e avó), tal filha...




Alguém se deitou assim esta noite, com esperança de acordar amanhã com caracóis.

A mamã dela também fazia destas coisas, com esperança de ver nascer, nem que poucos minutos, alguns caracóis.

Diferenças?

Eu punha os rolos da minha madrinha Amélia, ou improvisava papelotes.

(Nonô) Eu sigo uma youtuber que ensina a fazer estas coisas todas. É super útil, mamã.