Mais um fim de semana composto:

- Treino de patinagem
- Prova de atletismo
- Primeira-Comunhão com festa em nossa casa
- 2 jogos de hóquei
- 2 trabalhos de grupo (felizmente nas casas de outros pais!)
- 1 festa de anos
- 1 ida ao hospital (o Dudu estreou-se na Zona. Que mais ninguém se estreie, pf!)
- Estudo para os diversos testes da semana

E foi isto.
Para a semana estará igual ou pior, mas os papás estarão no Festival Literário da Madeira. Avós, já sabem... descansem o mais que puderem até lá! E contem com uma verdadeira "Bíblia Logística" para dois dias de loucura...
Os piolhos mais novos fizeram a sua Primeira Comunhão, celebrada só com a família mais próxima, em amena cavaqueira.

Nada a registar, de percalços, sobre o dia (não houve cabelos queimados com vela, nem cerimónias longuíssimas que fizessem soar alguns roncos dos mais cansados... foi mesmo só festa e alegria!), mas resolvi fazer este post com algumas dicas de poupança para este evento...

1. O Dudu vestiu-se igual aos irmãos mais velhos... A camisa branca que já passou por eles, o cinto e sapatos castanhos idem (só foi preciso engraxar) e os calções azuis tamanho 4/5 que ainda lhe serviam (ser magrinho tem as suas vantagens). Levantou o cabelo com gel para ir - como ele diz - "todo janota", e não foi preciso mais nada.


2. A Leonor, minha única menina, exigia uma logística maior. A mamã gostava de vestidos bonitos mas sóbrios (a filha nem por isso, escolheu na net alguns que pareciam de casamentos de estrelas excêntricas de Hollywood, mas acabou por deixar, por iniciativa própria, as excentricidades para o seu próprio casamento), mas não queria gastar os olhos da cara por um vestido que só se usa uma vez. Salvou-nos a ideia da tia, que foi vasculhar o OLX e descobriu um mesmo à nossa medida, da Peixinho do Mar, usado uma única vez por outra criança da idade da minha filha, a metade do preço.
Vestido despachado, faltava o sapatinho branco. Entrei por acaso na Top and Dolls (loja de roupa e brinquedos em segundo mão) em busca de mais um puzzle para os filhotes, e dei de cara com uns sapatos brancos muito simples, exatamente do tamanho da Leonor, usados também uma única vez (ainda tinham o preço original na sola!) à venda por metade do preço. Fechado!
A coroa de flores, linda, foi a que a prima Madalena usou na sua Primeira Comunhão, e o Zeca Azevedo e a Catarina fizeram-lhe uma trança linda e umas ondas para compor o ramalhete.



O melhor do dia (aliás, de todos os dias) nunca são as fatiotas. Mas quando é preciso ir minimamente arranjado, há cada vez mais soluções em conta, que têm a vantagem de ir ao encontro da regra dos 3 R - Reduzir, Reutilizar, Reciclar. Ah, sim... É que as duas fatiotas vão seguir em breve para filhos de amigas mais novos. E que todos eles tenham dias tão felizes como o nosso...


Há 9 anos estreava o programa “Tenho mais 2 bebés... e agora?”, não no S+, que ainda não estava sequer sonhado, mas na minha vida, palco das aventuras mais incríveis e dos desafios mais enriquecedores.
Tal como um programa de televisão, também este tem sido fruto de um grande trabalho de equipa. O meu marido, produtor dedicado, continua a zelar pela sustentabilidade e serenidade do projeto, com os nossos outros filhos também a exigir o seu protagonismo, e muitos familiares e amigos a darem a cara, o carinho e o tempo precioso para transformar a vida dos meus piolhos mais novos numa verdadeira obra de arte.
A todos o meu gigantesco OBRIGADA!

Filhos que se dão mal, discutem a toda a hora e às vezes até se agridem?
Este livro é para si.
E para mim também :)
Toca a aparecer!

Já criei muitas famílias, em livros e produtos televisivos, com as suas alegrias e desafios, os seus conflitos e milagres, mas nada se compara à experiência real de co-criar a nossa própria família, diariamente, com todas as alegrias, desafios, conflitos e milagres reais que nos surpreendem a cada instante.
Não, não há famílias perfeitas. Assim como não escolhemos os nossos pais e irmãos (e um beijinho muito grande aos meus!), também não decidimos o feitio dos filhos, os seus sonhos ou as suas limitações. Funcionamos por tentativa e erro. E erramos muitas vezes. Sofremos com isso. Mas continuamos a tentar e a dar o nosso melhor todos os dias para que eles sejam felizes e construam também o seu caminho.
Família é isto! Com filhos ou sem eles, e os contornos que se quiser dar à palavra, é sempre experiência de amor incondicional, aprendizagem, superação, aceitação do outro e procura diária de ver nele o seu melhor, oferecendo também o que, de melhor, temos para dar...
Um Feliz Dia da Família para todos!

Numa ficha de Matemática, o pequeno Dudu tem de analisar um gráfico caule e folhas e dizer quantas pessoas é que são menores de idade.

Ora, o pequeno Dudu tem o dom de não pensar como as outras pessoas. E de tanto saber coisas que a maioria não sabe, como de desconhecer coisas simples que toda a gente parece saber.

"Menores de idade"?, perguntou-se ele.

E então, na sua cabecinha maravilhosamente diferente, entendeu que "menores de idade" só podiam ser aquelas pessoas que tinham menos tempo para viver. Entre as pessoas nas casas dos 10 anos, as que estavam na casa dos 50s e as que tinham mais de 80s, era óbvio que os "menores de idade" seriam aqueles acima dos 80...

Errou.

(Dudu) Porque é que eu penso sempre de maneira diferente, mãe? Depois erro.

(Mãe) A mãe vai ajudar-te a errares menos. Mas não quero que penses que, olhar para as coisas de maneira diferente, é uma coisa má. Não é, filho. É uma coisa poderosa, que faz muita falta ao mundo. Muito mais do que qualquer ficha de matemática. E tu, um dia, vais descobrir o que fazer com ela...
Mãe a escrever ao computador.
Titão de roda dela, toca-lhe numa orelha, depois numa bochecha, na outra bochecha, no pescoço.

(Mãe) Pára, Sebastião! O que é que estás a fazer?

(Titão) Estava a confirmar se tu eras "touch"...
Ou como ter todos enfiados na mesmo cama sem discussão!
(vidrados na televisão, pois então!)


Já está nas bancas mais uma edição da Revista Pais, com inúmeros temas pertinentes - a autonomia dos Filhos, como estimular os seus talentos, a internet, histórias de mães com histórias incríveis - sugestões e algumas crónicas, entre elas a minha, a desmitificar a minha alegada coragem e capacidade de organização...


Não, não há mães perfeitas. Mas o amor põe sempre tudo no lugar certo... <3
Volta e meia vou buscar jogos às lojas de roupa e brinquedos em segunda mão. Os miúdos fartam-se deles num instante, e é também uma boa forma de pôr em prática a regra dos 3 RRR (Reduzir, Reciclar, Reduzir).
Acontece que o Dudu anda à procura de um livro que goste, não anda fácil encontrar "o" livro perfeito, e houve um que acabou por me saltar à vista, com muita imagem e pouco texto (fator ainda importante para este meu filhote).
Na pressa, fiz tudo aquilo que nunca faço numa livraria: não li a contracapa, não li uma ou duas páginas, não vi a idade recomendada... Resultado: quando o Sebastião o apanhou (felizmente, antes do Dudu) e o espreitou, alertou-me para o facto de o livro ser para maiores de 13 anos. E o conteúdo... enfim! É ver para crer...


(Titão) Vamos "curtir", mãe? A sério?!


(Titão) Se nós falássemos assim cá em casa, íamos logo de castigo!


(Titão) Boa, mãe! Acertaste em cheio no livro para o Dudu!


Shame on you, Scott Pilgrim!
Shame on you, mamã!
(amanhã vou à loja trocar pela história dos 3 Ursinhos...)