Arranca hoje, às 19h, na TVI, a série que tomou de assalto os últimos seis meses da minha vida. Por entre livros e filhos pequenos, estava longe de me imaginar a escrever um produto diário, com toda a “loucura” que isso comporta. Mas as premissas eram irresistíveis: uma história de coragem e superação, uma família numerosa, um colégio real com problemas reais, gap geracional, amor, amizade, optimismo e boa disposição... e foi impossível dizer que não a quem se lembrou de mim para pôr as mãos nesta valente “massa” (obrigada, José Eduardo Moniz!).
“Massa Fresca” roubou-me muitas horas de sono. Muito tempo e paciência para os miúdos. Alguma paz e serenidade. E, só quem tem filhos, sabe o que é tentar trabalhar quando eles têm 12 testes e 4 trabalhos de grupo numa semana, quando eles aparecem em casa com piolhos, quando eles adoecem, quando temos reuniões na escola todos os dias, quando as notas deles descem, quando não há meias nas gavetas e a roupa do treino desse dia ainda está por secar, quando nos ligam da escola a pedir para os ir buscar, quando pedem que os oiçamos quando querem falar dos seus dramas pessoais, quando nos pedem colo, quando esfolam os joelhos e abrem os sobrolhos, quando nos pedem ajuda para decorar a tabuada e perguntar-lhes a matéria de História, quando têm 4 festas de anos e 5 jogos num fim de semana...
Foram os 6 meses mais loucos da minha vida, que só seriam possíveis porque tenho uma equipa de escrita absolutamente fantástica a trabalhar comigo, porque a Plural é uma casa cheia de pessoas dedicadas e com amor àquilo que fazem, e porque o elenco desta série é uma mão cheia de pessoas talentosas a querer dar todos os dias o melhor de si.
Mas estes 6 meses também só foram possíveis porque tenho um marido com uma paciência infinita e 4 filhos que, no meio do caos, me incentivaram e inspiraram todos os dias. O mais velho leu guiões, e ontem até escreveu cenas que eu lhe ia ditando, enquanto conduzia (em troca de carteirinhas do Futebol, vá...). Ele e o irmão do meio fizeram vários brainstormings para me dar ideias para os plots mais jovens. Ajudaram os manos mais novos a estudar. Aprenderam novas tarefas domésticas e ganharam autonomia para outras tantas coisas. E os pequeninos, que se habituaram a perguntar-me todos os dias em que episódio é que a mãe ia, contando pelos dedos quantos faltavam, até já fazem trocadilhos com a “Massa Fresca”, comentam os trailers, gritam quando encontram outdoors na rua... e hoje, às 19h, estarão colados à TVI a ver no que toda esta canseira resultou.
Foram meses de muito trabalho, de muita aprendizagem, e de muita “magia”, que eu espero sinceramente que passe para esse lado do ecrã. Do lado de cá, continuaremos a fazer o possível por isso...
“Massa Fresca” roubou-me muitas horas de sono. Muito tempo e paciência para os miúdos. Alguma paz e serenidade. E, só quem tem filhos, sabe o que é tentar trabalhar quando eles têm 12 testes e 4 trabalhos de grupo numa semana, quando eles aparecem em casa com piolhos, quando eles adoecem, quando temos reuniões na escola todos os dias, quando as notas deles descem, quando não há meias nas gavetas e a roupa do treino desse dia ainda está por secar, quando nos ligam da escola a pedir para os ir buscar, quando pedem que os oiçamos quando querem falar dos seus dramas pessoais, quando nos pedem colo, quando esfolam os joelhos e abrem os sobrolhos, quando nos pedem ajuda para decorar a tabuada e perguntar-lhes a matéria de História, quando têm 4 festas de anos e 5 jogos num fim de semana...
Foram os 6 meses mais loucos da minha vida, que só seriam possíveis porque tenho uma equipa de escrita absolutamente fantástica a trabalhar comigo, porque a Plural é uma casa cheia de pessoas dedicadas e com amor àquilo que fazem, e porque o elenco desta série é uma mão cheia de pessoas talentosas a querer dar todos os dias o melhor de si.
Mas estes 6 meses também só foram possíveis porque tenho um marido com uma paciência infinita e 4 filhos que, no meio do caos, me incentivaram e inspiraram todos os dias. O mais velho leu guiões, e ontem até escreveu cenas que eu lhe ia ditando, enquanto conduzia (em troca de carteirinhas do Futebol, vá...). Ele e o irmão do meio fizeram vários brainstormings para me dar ideias para os plots mais jovens. Ajudaram os manos mais novos a estudar. Aprenderam novas tarefas domésticas e ganharam autonomia para outras tantas coisas. E os pequeninos, que se habituaram a perguntar-me todos os dias em que episódio é que a mãe ia, contando pelos dedos quantos faltavam, até já fazem trocadilhos com a “Massa Fresca”, comentam os trailers, gritam quando encontram outdoors na rua... e hoje, às 19h, estarão colados à TVI a ver no que toda esta canseira resultou.
Foram meses de muito trabalho, de muita aprendizagem, e de muita “magia”, que eu espero sinceramente que passe para esse lado do ecrã. Do lado de cá, continuaremos a fazer o possível por isso...














































